Até agora não tenho tido grandes ausências neste espaço mas esta altura está ser particularmente atribulada e esgotante. Como evito escrever por rotina assumi que precisava do meu tempo e distanciamento, por muitas das razões que já partilhei por aqui.
É verdade que muitas vezes sinto vontade de escrever e verbalizar sensações e situações, mas também há momentos em que não tenho essa vontade.
As coisas estão a correr bem, está tudo a ganhar um brilho cada vez mais bonito à minha volta, sinto-me a aproveitar o melhor de cada situação e isso deixa-me feliz. A vantagem de estarmos em 'arrumações' há um tempo é colhermos frutos com mais serenidade.
Quero continuar sempre a acreditar que vale a pena ser como deve ser, e se por vezes nada parece estar em conformidade com os nossos ideais... Não nos devemos trair por uma facilidade, porque o objectivo está sempre à distância de um desafio. Confesso que cada vez gosto mais de ser como sou, não porque olho para o lado e me sinto no degrau de cima mas porque não há nada mais importante do que nos sentirmos bem connosco e olhar para o minuto atrás como bem aproveitado.
Parar para sentir as minhas necessidades e simplesmente (ou não!) ir atrás do que realmente é importante...
O tempo não pára e trai-nos a cada minuto que se gasta sem nos vermos com os nossos reais olhos que nos transmitem a mais verosímil realidade...





Um dos mais sensíveis filmes do realizador australiano Peter Weir, O Clube dos Poetas Mortos trata de um grupo de jovens numa escola tradicional e conservadora, de New England, nos anos 50. Um novo professor de inglês (num dos mais memoráveis desempenhos de Robin Williams), com métodos pouco convencionais, vem abalar as convicções dos jovens estudantes. Estes são influenciados pelas ideologias liberais e que os impelem a criar algo seu, de forma a deixarem uma marca própria no mundo. A poesia é assim a forma de expressão mais nobre dos sentimentos. Por todo o filme, vários são os apelos do professor para que os jovens não desperdicem cada dia. A expressão latina Carpe Diem, surge assim como o mote para uma história que relata não só esta filosofia, mas também a dificuldade de afirmarem os seus desejos futuros devido à imposição conservadora quer dos pais, quer da escola. O personagem Neil (Robert Sean Leonard) é o exemplo paradigmático disso mesmo, apesar de ter o apoio do seu colega de quarto Todd (Ethan Hawke), acaba por se suicidar por não conseguir convencer o pai a aceitar o seu talento para o teatro (impondo-lhe a medicina). Esta obra pode ser considerada como um marco contemporâneo, enaltecendo a lealdade, a poesia, os sentimentos e a vontade de sugar todo o tutano da vida. Foi nomeado para os Óscares nas categorias de Melhor Actor e Melhor Argumento Original.
Um milhão de dólares, nenhuma pergunta a fazer.David e Diana Murphy podem resolver os seus problemas financeiros se aceitarem a oferta do milionário banqueiro John Gage. Uma noite com Diana, nada mais. É o que Gage quer em troca. Mas David e Diana aceitarão? Se aceitarem, o casamento pode sobreviver? Um filme irresistível.Proposta Indecente, o crepitante e controverso tratamento do amor e da moralidade moderna, do realizador (Adrian Lyne) e do Co-Produtor (Sherry Lansing) de Atracção Fatal.Robert Redford, Demi Moore e Woody Harrelson, são os interpretes de 'uma das mais surpreendentes e inusuais histórias de amor que alguma vez se viu...