
Quando imagino alguém...
O primeiro sentido que lhe dou... relaciona-se com a postura!
A força do poder de decisão, o respeito imposto por um bom carácter e conhecimento de causa, o poder de liderança exercido pela condição masculina... A força mental que se quebra por um abraço meigo nas horas de aperto...
Sentir o limite de uma mente completa e concisa... A curiosidade de uma opinião mesmo conhecendo de cor o seu traço...
O desejo despertado pelo corpo da alma, querer possuir algo impossível de ter a 100%...
Não sou nem nunca fui a favor de igualdade. Gosto que me abram a porta, que reconheçam a minha sensibilidade, que me mimem, gosto de sentir a superioridade física que um homem tem por natureza...
Raramente, muito raramente me sinto dominada... ou absorvida por alguém, e por isso raramente dou espaço para a minha entrega.
Não gosto de ser o pilar absoluto da relação... Chega!
Como o pai natal não existe e me esforço por crescer todos os dias um pouco, deixei de me enganar e criar relações de dependência (porque não sou mãe de ninguém) e sentir que enquanto viver fielmente comigo o caminho é a direito!
Porque um dos grandes problemas de sabermos bem o que queremos, é o que suscitamos nos outros...
Temos que olhar bem para nós e perceber o que realmente desejamos e o que nos pode fazer felizes, sem pensar demais... por vezes basta sentir!
O coração conta-nos segredos inconfessáveis!
...mas um dia gostava de me apaixonar!